Gritos ao senhor da morte
Gritos ao som do vento, dos caminhos iluminados de olhos. Do sono, do sonho, do medo. Da morte. Grito: Quem possuir a vontade da minha morte, mate-me, quem me adorar, ame-me, pois nada sou e nada serei aqui.
Das lágrimas que caiam na tristeza profunda e profana dos contos, do passado que nos restam em nossas memórias, olhe caro colega, você pode ser o próximo a perder tudo, e te testar apenas a dor e o compromisso de ser obrigado a viver.
Amado seja aquele que esteja do seu lado, aquele que te deu, dá e e sem dúvida alguma, dará suporte a sua vida. Esqueça os que não estejam contigo, ame os que estão aqui, pois deles vocês serão eternos e indestrutíveis.
Tolo! Tolo! Tolo! O que ousas pensar na indestrutibilidade neste mundo governado por demônios? Eles tem a força, eles tem a raiva. A força vem da raiva e do amor só vem a compaixão de aceitar a morte de quem amamos.

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